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sexta-feira, 20 de julho de 2012

ALGUNS PRINSTS DO CASO PAULO CÉSAR BOMFIM


Art. 171 - Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento:
Pena - reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa.







AROLDO FILHO
Historiador cearense criador do 1° Aquivo Público do interior do Nordeste, Arquivo Municipal José Audízio de Sousa. 
Criador e Presidente do Jornal Delfos-CE. 
Sócio do Instituto Desenvolver. 
Criador da Associação Cultural SEMPRE
Criador da exposição histórica Pacoy: uma HISTÓRIA em documentos.

20/07/2012

Um pouco sobre qual a pena para estelionato: http://www.dji.com.br/codigos/1940_dl_002848_cp/cp171a179.htm

sábado, 14 de julho de 2012

O GOLPE DA ANTOLOGIA






O GOLPE DA ANTOLOGIA

Em 2011 esse sujeito conhecido como PAULINHO DHI ANDRADE, que deve se chamar na verdade PAULO CÉSAR BOMFIM até onde sei fez uma proposta na comunidade NOVA ORDEM DA POESIA, no Orkut, tinha inclusive um site de uma tal "EDITORA MADRE", que não se encontra mais no ar através do qual ainda fez um concurso entre nós, a época 37 poetas, de vários Estados do Brasil. 

De lá pra cá deu números de conta, uma dele e outra de uma suposta GRAFISSET, que, segundo ele, se recusa a devolver o dinheiro depois que o Paul Bomfim dexistiu de fazer a tal Antologia Poética, a qual fui convidado a participar por depoimento e trocamos e-mails, onde enviei poemas e fiz o depósito de 70 reais na conta da Grafisset. Muitos poetas pagaram mais de 70, deram 100, 200 reais, ou até mais para que o número de livros fosse aumentado.

O acordo inicial seria o Paulo Bomfim dar metade do dinheiro à Editora e a gente a outra metade, e cada um receberia de 3 a 10 livros, no meu caso particular seria 10, e o número de poesias seria o mesmo número de livros que cada um receberia. A gente venderia os livros e a metade do lucro seria novamente depositado na conta do Paulo ou da Grafisset para pagar o que ele gastaria.

Um detalhe deve ser lembrado, ele pediu que adiantássemos mais dinheiro mesmo quando já não criamos mais no andamento da antologia. Ele começou a dar desculpas de até amigos seus que tinham morrido, pelo menos uns 3 e de que ficara desempregado e tantas outras coisas e começou a falar no meio de um outros projetos de chamados "MULHERES NUAS" e "HOMENS APAIXONADOS" e usou como desculpa que  lançamento do livro seria junto com o lançamento desses outros projetos em São Paulo e começou a convidar os 37 poetas para ir.

Acontece que até o local que ele tinha conseguido já não estaria mais disponível e ele teria que arranjar patrocínio agora. Mas, o pior é que tudo acontecia ao mesmo tempo, até um tal de ALESSANDRO em que ele vem falando muito teria ficado doente quando o Paulo supostamente iria falar com ele e depois era o Paulo que ficaria doente, ora gripado, ora deprimido pelas mortes desses amigos, ora o tal Alessandro nunca estava na tal gráfica, de modo que em um ano não conseguiam mais se encontrar.

Após um ano nessa enrolação fica mais do que claro que isso foi um golpe, O GOLPE DA ANTOLOGIA, em que o sujeito brincou com o sonho de vários poetas amadores de publicar um livro e ainda se faz de vítima quando todos nós cobramos, chegando a dizer que isso até ASSÉDIO MORAL era quando dei o ultimato de processá-lo por estelionato, danos morais, danos pessoais, 171 e uso de má fé.

Não é justo que esse sujeito de má-fé saia impune. Este historiador que voz escreve o faz para que esse caso não se repita mais com ninguém. E que a notícia se espalhe pelo mundo para que esse tal PAULINHO DHI ANDRADE OU PAULO BOMFIM nunca mais repita a dose de ficar com dinheiro de ninguém.

AROLDO FILHO
Historiador cearense criador do 1° Aquivo Público do interior do Nordeste, Arquivo Municipal José Audízio de Sousa. Criador do Jornal Delfos-CE. Sócio do Instituto Desenvolver. Criador da Associação Cultural SEMPRE. Criador da exposição histórica Pacoy: uma HISTÓRIA em documentos.
15/07/2012

CARTA ABERTA AO SENHOR PAULO CESAR BATISTA BONFIM (vulgo Paulinho Dhi Andrade)

CARTA ABERTA AO SENHOR PAULO CESAR BATISTA BONFIM (vulgo Paulinho Dhi Andrade)

Moço, desconheço a sua biografia e tenha a certeza que ela
não me interessa, mas por tudo que aqui tenho visto ao longo deste ano, posso
quase afirmar que é um daqueles que tem uma história triste para contar, de abandono,
sofrimento e poucas chances na vida. Alguém que não recebeu carinho nem
educação e que ....Velha e corriqueira história, da qual a literatura e os
programas governamentais estão cheios, bem como fazem a cabeça e mexem com o
sentimento de muitas pessoas. Não é meu caso. Essas histórias só me comovem
quando vejo que alguém assim usou o próprio aprendizado para inverter a
história e virar Gente, é assim mesmo, com maiúscula. Essas pessoas são as que
merecem todo respeito.
Na minha vida profissional e pessoal cansei de tropeçar em
histórias iguais com finais diferentes. Conheci egressos da FEBEM que se
tornaram profissionais bem sucedidos e seres humanos íntegros, mas conheci
também muitos que embora tivessem recebido ajuda, passaram a vida dando pequenos golpes, usando de esperteza e
má-fé para iludir incautos, mentindo e perseguindo a senda dos perdedores.
Essas pessoas merecem apenas o repúdio dos que têm caráter.
Problemas todos têm, o que muda é a busca das soluções e
isso é que faz a diferença porque, tenho certeza que cada um é artífice do
próprio destino e todos nós pagamos o preço das nossas escolhas.
Hoje, uma porção de pessoas de boa fé e, portanto,
facilmente ludibriáveis, estão aqui
decepcionadas porque acreditaram em alguém que não merecia crédito.
Pagamos o preço da ingenuidade...
Mas, do outro lado, está o senhor que nos iludiu, mentiu e
fez desaparecer no ar o trabalho, o dinheiro e os sonhos de pessoas de bem.
Qual preço o senhor pagará por isso?
Não sei, mas creio que será muito mais oneroso que o nosso
porque fará, certamente, a rota do eterno perdedor, daquele que nunca dará
“sorte na vida” porque sendo incapaz de assumir os próprios erros e de aprender
com eles, estará sempre distante do lado bom e digno que conduz à verdadeira
felicidade.
O dinheiro, cedo ou tarde voltará a seus donos porque para
tanto existem meios; o trabalho é o que nos move e os sonhos são o alimento dos
poetas. Ao senhor, o que restará depois desse outro pequeno golpe?
Apenas o mesquinho prazer de ter defendido o ponto de vista
do que se julga esperto e vive de trocados, de sobras...

Se, por acaso, errei na minha avaliação da sua história
pessoal ficarei muito surpresa, pois o estilo é marcante!

*E, se ainda houver aqui alguém que vê o senhor como vítima
dessa história sórdida, repito a frase “


“QUEM POUPA O LOBO, SACRIFICA AS OVELHAS”!

Marisa Schmidt